Solicite seu Orçamento

Galeria

Clique nas imagens para ampliar

Instalação de separador eletromagnético: guia técnico para segurança e eficiência industrial

A instalação de separador eletromagnético é essencial em processos industriais que precisam remover materiais ferrosos do fluxo de material, especialmente em correias transportadoras e outros sistemas de movimentação.

Quando a instalação de separador eletromagnético é necessária?

Essa etapa vai além da simples aquisição do equipamento, exigindo uma avaliação detalhada do processo, do ponto de instalação, da camada transportada, da acessibilidade para limpeza e da proteção dos componentes da planta.

O Separador Eletromagnético de Limpeza Manual utiliza bobinas eletromagnéticas para gerar um campo magnético que atrai e retém contaminantes ferromagnéticos.

A remoção periódica pelo operador ajuda a preservar a qualidade do material movimentado, reduzir o risco de danos a equipamentos posteriores e assegurar a continuidade operacional.

O desempenho esperado depende da compatibilidade entre o equipamento e as condições reais da aplicação.

Neste guia, você verá como funciona o separador, quais dados devem ser levantados antes da instalação, como analisar o posicionamento e quais cuidados de segurança, limpeza e manutenção devem ser considerados.

Também serão abordadas aplicações em mineração, metalurgia, reciclagem, cimenteiras, cerâmicas, agroindústrias e outros segmentos.

Com mais de 60 anos de experiência em soluções magnéticas, a ITAL oferece conhecimento técnico para apoiar a análise da aplicação e a definição de uma solução adequada ao fluxo industrial.

O Separador Eletromagnético de Limpeza Manual utiliza bobinas eletromagnéticas para gerar um campo magnético que atrai e retém materiais ferromagnéticos presentes no fluxo de material.

Instalado junto a uma correia transportadora ou a outro sistema de movimentação industrial, o equipamento atua sobre a camada transportada, capturando contaminantes metálicos antes que eles avancem para etapas posteriores do processo.

A eficiência da separação depende da relação entre o campo magnético, a distância até o material, a altura da camada, o tamanho dos contaminantes, a velocidade da correia e as características do produto movimentado.

Por isso, o princípio de funcionamento é simples, mas a integração ao processo deve considerar as condições reais da operação.

  • Movimentação: o produto segue pela correia transportadora, formando uma camada com determinada espessura e distribuição.
  • Exposição ao campo: ao passar pela área de atuação do separador, os materiais ferromagnéticos ficam sujeitos à força de atração do campo magnético.
  • Retenção: os contaminantes ferrosos são atraídos e permanecem retidos no equipamento, enquanto o material não magnético continua seu trajeto.
  • Remoção manual: após a retenção, o operador autorizado realiza a limpeza conforme o manual do equipamento e os procedimentos de segurança da planta.
  • Proteção do processo: a retirada dos metais ferrosos ajuda a reduzir o risco de danos a equipamentos posicionados a jusante e contribui para a preservação da qualidade do material processado.

Esse fluxo também explica por que o posicionamento precisa ser analisado tecnicamente.

O separador deve alcançar a camada de material de forma adequada, permanecer integrado a uma estrutura estável e permitir acesso seguro para a remoção periódica do material retido.

A instalação física, a operação e a rotina de limpeza são etapas diferentes, mas complementares.

Entidades essenciais

  • Bobinas eletromagnéticas: componentes responsáveis pela geração do campo magnético durante a operação do equipamento.
  • Campo magnético: região de atuação que permite atrair materiais com propriedades ferromagnéticas.
  • Contaminantes ferrosos: fragmentos, peças ou outros elementos metálicos ferromagnéticos misturados ao fluxo de material.
  • Camada de material: volume e espessura do produto transportado sobre a correia, fatores que influenciam a exposição dos contaminantes ao campo.
  • Correia transportadora: sistema que conduz o material e define parte das condições de integração do separador.
  • Retenção: captura temporária dos metais ferromagnéticos pelo equipamento.
  • Limpeza manual: remoção periódica do material retido, realizada por operador autorizado e conforme as orientações aplicáveis.

A ITAL tem mais de 60 anos de experiência em soluções magnéticas e também se destaca pela especialização em soluções eletropermanentes.

Essa experiência está relacionada ao domínio tecnológico da empresa no desenvolvimento de soluções para movimentação, separação e fixação magnética.

No entanto, as características específicas de cada equipamento devem ser confirmadas na documentação do modelo adquirido e na avaliação técnica da aplicação.

Para conhecer outras alternativas de separação e entender qual configuração pode ser compatível com o fluxo industrial, consulte o conteúdo sobre separadores magnéticos.

A definição da solução deve considerar os dados do processo, o tipo de contaminante e as condições de operação, em vez de se basear apenas no nome do equipamento.

Avaliação do processo antes da instalação

Antes da instalação de separador eletromagnético, é necessário avaliar como o material circula pela planta e quais contaminantes ferrosos precisam ser removidos.

A compra do equipamento, isoladamente, não define a solução adequada. O desempenho da separação magnética depende da combinação entre fluxo de material, correia transportadora, características dos contaminantes, acessibilidade e condições de operação.

O Separador Eletromagnético de Limpeza Manual da ITAL pode ser personalizado conforme os dados do processo.

Por isso, um levantamento técnico consistente ajuda a orientar a intensidade e o alcance do campo magnético, o posicionamento do equipamento e a rotina de remoção do material retido.

A ITAL, com mais de 60 anos de experiência em soluções magnéticas, também fornece serviços de instalação e manutenção, conforme a necessidade da aplicação.

  • Identificar o produto movimentado e sua composição predominante.
  • Registrar a vazão do processo e a forma como o material é distribuído sobre a correia.
  • Verificar a granulometria e a altura da camada de material.
  • Levantar a velocidade da correia transportadora e possíveis variações durante a operação.
  • Estimar o tamanho, o formato e a frequência de ocorrência dos contaminantes ferrosos.
  • Mapear pontos de transferência, descargas, chutes e regiões em que o fluxo pode ficar mais concentrado.
  • Avaliar o espaço disponível para a estrutura de suporte e para a retirada manual dos metais retidos.
  • Identificar interferências mecânicas, elétricas e operacionais próximas ao local previsto.
  • Confirmar se o acesso ao equipamento permite inspeção, limpeza manual e intervenções seguras.
  • Reunir desenhos, fotografias e informações da linha para validação técnica.

Perguntas de diagnóstico

A equipe responsável deve responder, antes da definição da solução.

  • Qual é o material transportado e qual a sua granulometria predominante?
  • Qual é a vazão do processo e como ocorre a alimentação da correia?
  • Qual é a altura média da camada de material sobre a correia?
  • Qual é a velocidade de operação e ela permanece constante?
  • Os contaminantes são partículas pequenas, peças maiores ou materiais de formatos variados?
  • Em qual ponto a remoção dos metais ferrosos protege melhor os equipamentos seguintes?
  • Existe espaço suficiente para que um operador autorizado realize a limpeza manual?
  • Há estruturas, cabos, passarelas ou componentes que possam limitar o alcance ou a manutenção?
  • O ponto escolhido permite integração estável com o fluxo industrial sem criar obstáculos à operação?
  • Quais condições precisam ser confirmadas pelo fabricante antes da instalação?

Variáveis que orientam a personalização

Variável Por que deve ser levantada
Vazão Ajuda a compreender a quantidade de material que passa pelo sistema e a dinâmica do fluxo.
Granulometria Influencia a distribuição do material e a possibilidade de contaminantes ficarem encobertos.
Altura da camada Relaciona-se à distância entre os materiais ferrosos e o campo magnético.
Velocidade da correia Afeta o tempo de exposição do material ao campo e a integração com o processo.
Tamanho dos contaminantes Orienta a avaliação da capacidade de atração e retenção necessária à aplicação.
Ponto de transferência Pode oferecer uma condição mais adequada de acesso, concentração do fluxo e proteção dos equipamentos.
Características do produto Permitem considerar comportamento, distribuição e particularidades do material movimentado.

Essas informações não substituem a validação de engenharia.

Elas formam a base para que o fabricante avalie a configuração aplicável, confirme o posicionamento e identifique eventuais adaptações na estrutura de suporte ou na rotina operacional.

Também é importante separar a limpeza manual periódica, realizada conforme os procedimentos definidos para a operação, de serviços de manutenção especializada.

Próximo passo técnico

Para solicitar uma avaliação à ITAL, reúna os dados do processo, registros de ocorrências com metais ferrosos, imagens da linha e informações sobre a correia transportadora.

Com esse material, a equipe poderá analisar a aplicação de forma contextualizada e orientar a solução magnética, a instalação e a manutenção de acordo com as condições informadas.

Não devem ser definidos valores, resultados ou parâmetros finais sem a análise do equipamento e do processo específico.

Posicionamento e integração com correias transportadoras

A integração do Separador Eletromagnético de Limpeza Manual à correia transportadora deve ser definida a partir do fluxo industrial, da espessura da camada de material e da necessidade de remoção periódica dos materiais ferromagnéticos retidos.

A instalação física é apenas uma parte do projeto. Também é necessário avaliar o acesso do operador, a estabilidade da estrutura e a proteção dos componentes próximos.

Passo a passo conceitual de posicionamento

  • Mapeie o fluxo de material: identifique a direção da correia transportadora, o ponto de alimentação, a região de descarga e possíveis mudanças na trajetória do produto.
  • Avalie a camada transportada: observe a espessura e a distribuição do material sobre a correia. Uma camada mais espessa pode influenciar o alcance necessário do campo magnético e a exposição dos contaminantes ferrosos.
  • Defina o ponto de integração: considere uma posição que permita a atuação sobre o fluxo e, ao mesmo tempo, facilite a inspeção e a retirada manual do material retido.
  • Verifique a estrutura de suporte: a base ou estrutura deve proporcionar estabilidade ao equipamento e ser compatível com as condições mecânicas do sistema de movimentação.
  • Confirme a acessibilidade operacional: o operador autorizado precisa alcançar a área de limpeza sem exposição desnecessária a partes móveis, quedas de material ou outras fontes de risco.
  • Analise a proteção dos equipamentos: o posicionamento deve contribuir para impedir que fragmentos ferromagnéticos avancem até componentes sensíveis, sem criar interferências no fluxo normal do processo.
  • Valide a integração: antes da entrada em operação, a equipe responsável deve conferir o conjunto conforme a análise de engenharia, o modelo adquirido e as instruções técnicas aplicáveis.

Fluxo de material → correia transportadora → zona de atuação do separador → retenção do material ferromagnético → acesso controlado para limpeza manual → continuidade do transporte.

Esse esquema diferencia três decisões que muitas vezes são tratadas como uma só. A instalação física do equipamento, a integração ao processo de transporte e a rotina de operação.

A posição escolhida precisa atender simultaneamente ao alcance do campo magnético, à estabilidade da montagem e à possibilidade de remoção segura dos contaminantes.

A definição do local também deve considerar a presença de estruturas, proteções, pontos de transferência e equipamentos instalados nas proximidades.

Alterações na geometria do sistema, na altura da camada ou nas características do material movimentado podem exigir nova avaliação técnica.

Por isso, recomenda-se não determinar o posicionamento apenas pela disponibilidade de espaço.

A ITAL desenvolve soluções magnéticas para diferentes necessidades industriais e atende aplicações relacionadas a mineração, metalurgia, siderurgia, reciclagem, cimenteiras, cerâmicas, agroindústrias e outros segmentos.

Para especificar a instalação de forma adequada, é importante encaminhar os dados do processo e confirmar as orientações referentes ao modelo selecionado.

A empresa também atua com fornecimento, instalação e manutenção em território nacional, conforme a necessidade da operação.

Aplicações industriais, próximos passos

O Separador Eletromagnético de Limpeza Manual pode ser integrado a diferentes fluxos industriais nos quais exista risco de presença de materiais ferrosos.

Em mineração e beneficiamento mineral, a solução auxilia na proteção de etapas posteriores; em siderurgia, metalurgia, fundição e usinagem, contribui para retirar contaminantes metálicos do fluxo de produção.

Na reciclagem e no processamento de sucata, a aplicação deve considerar a variedade e o tamanho dos materiais movimentados.

Em cimenteiras e indústrias cerâmicas, a separação magnética pode apoiar a proteção de equipamentos e a preservação da qualidade do material processado.

Agroindústrias, plantas alimentícias e operações com biomassa também podem avaliar o uso do equipamento quando houver transporte por correias ou sistemas similares e necessidade de remoção de partículas ferromagnéticas.

A adequação depende das características reais do processo, da camada de material, da velocidade de movimentação, do tamanho dos contaminantes e da acessibilidade para limpeza.

Benefícios esperados na aplicação industrial!

  • Remoção de materiais ferrosos retidos pelo campo magnético.
  • Proteção de equipamentos posicionados após o ponto de separação.
  • Apoio à continuidade operacional, com limpeza manual periódica conforme a rotina definida para a planta.
  • Preservação da qualidade do produto movimentado, quando a contaminação ferrosa for um risco do processo.
  • Possibilidade de personalização da solução a partir dos dados do fluxo industrial.
  • Operação alinhada a práticas de segurança, inspeção e manutenção preventiva.

A instalação de separador eletromagnético deve ser tratada como uma decisão de integração entre equipamento, correia transportadora, fluxo de material e rotina operacional.

Não necessariamente. O local de montagem depende do fluxo, da configuração do sistema, da camada de material, do alcance do campo e da acessibilidade para limpeza.

Perguntas frequentes

O separador deve ficar sempre sobre a correia?

A definição deve ser feita por análise técnica aplicada ao processo.

O ponto de descarga pode ser considerado?

Pode ser avaliado quando a geometria do fluxo favorece a atuação magnética e mantém condições adequadas de suporte, segurança e limpeza.

A viabilidade depende das características do equipamento e da instalação existente.

Por que a acessibilidade é tão importante?

Como o produto utiliza limpeza manual, o acesso controlado permite remover o material retido e realizar inspeções sem improvisações.

Essa condição deve ser compatível com os procedimentos internos da planta.

A instalação física e a operação são a mesma etapa?

Não. A instalação envolve suporte, posicionamento e integração mecânica; a operação inclui o acompanhamento do fluxo, a remoção periódica dos contaminantes e a observação das condições de funcionamento.

A segurança na montagem e no uso de um Separador Eletromagnético de Limpeza Manual depende da integração entre o equipamento, a correia transportadora, os procedimentos da planta e a capacitação dos envolvidos.

Antes de iniciar a instalação ou qualquer intervenção, a equipe responsável deve avaliar os riscos do local e seguir a documentação técnica aplicável ao modelo adquirido.

  • Confirmar que a área de trabalho está delimitada e com acesso controlado durante a montagem, a operação e a limpeza.
  • Isolar as fontes de energia conforme os procedimentos de bloqueio e etiquetagem adotados pela planta antes de acessar partes móveis, pontos de esmagamento ou componentes do sistema.
  • Verificar se a movimentação de cargas, ferramentas e estruturas de suporte será realizada por pessoas autorizadas e com os recursos adequados à atividade.
  • Avaliar a proximidade da correia transportadora, dos pontos de transferência e de outras partes móveis que possam oferecer risco durante a intervenção.
  • Manter o operador afastado de zonas de aprisionamento e nunca realizar a remoção manual de materiais retidos enquanto houver movimento ou energia não controlada.
  • Confirmar que a posição do separador permite inspeção e limpeza periódica sem expor o operador a riscos desnecessários.
  • Orientar os envolvidos sobre o campo magnético, os riscos específicos do ambiente e os procedimentos internos de resposta a anomalias.
  • Liberar o equipamento para operação somente após a conclusão da montagem, das verificações previstas e da autorização responsável da planta.

Preparação, riscos de acesso indevido, energia residual e interferência com a operação existente.

Como controle, delimite a área, comunique a intervenção e aplique o procedimento de isolamento de energia definido pela planta.

Montagem, riscos associados à movimentação de cargas, instabilidade da estrutura de suporte, partes móveis e posicionamento inadequado.

A montagem deve ser conduzida por equipe habilitada, com análise das condições do local e observância das instruções aplicáveis ao equipamento.

Operação, riscos relacionados ao contato com a correia, aos pontos de transferência, à retenção de materiais ferrosos e à aproximação de pessoas não autorizadas.

O acesso deve permanecer controlado, e qualquer comportamento anormal deve ser comunicado e avaliado antes da continuidade do processo.

Limpeza manual, riscos de intervenção com o sistema em movimento, contato com partes móveis e queda ou projeção do material retido.

A limpeza deve ser realizada por operador autorizado, somente após a condição segura de intervenção ter sido confirmada e conforme a orientação técnica do modelo.

Manutenção, riscos decorrentes de diagnóstico incorreto, reenergização inesperada ou alteração de componentes sem validação.

A manutenção especializada deve seguir o manual, os procedimentos da planta e, quando necessário, a orientação do fornecedor.

Não se deve realizar uma intervenção sem confirmar previamente as condições seguras definidas pela planta e pela documentação do equipamento.

A limpeza manual pode ser feita com a correia em movimento?

O operador deve respeitar o isolamento de energia, o controle de acesso e as instruções aplicáveis ao modelo.

Quem deve executar a remoção dos materiais ferrosos retidos?

A atividade deve ser atribuída a operador autorizado e devidamente orientado sobre o equipamento, os riscos do campo magnético, as partes móveis e os procedimentos internos de segurança.

O que fazer quando a limpeza revelar uma anomalia?

Interrompa a intervenção conforme o procedimento da planta, registre a ocorrência e encaminhe o caso para avaliação técnica.

Não altere a configuração ou tente corrigir componentes sem orientação compatível com o equipamento.

A frequência de limpeza é sempre a mesma?

Não necessariamente. A rotina depende das características do fluxo, da quantidade de materiais ferrosos retidos e das condições operacionais.

A definição deve considerar a análise da planta, a documentação técnica e a orientação do fornecedor.

A ITAL associa suas soluções magnéticas a segurança, robustez e eficiência operacional.

Na instalação e no uso do separador, esses objetivos devem ser sustentados por planejamento, controle de riscos e cumprimento dos procedimentos aplicáveis.

Consulte sempre o manual do equipamento, as regras internas da planta e as orientações técnicas da ITAL antes da montagem, da operação, da limpeza manual ou de qualquer intervenção.

A seleção de um Separador Eletromagnético de Limpeza Manual deve partir das condições reais do processo, e não apenas do tipo de material transportado.

O dimensionamento relaciona a capacidade do fluxo, a presença de contaminantes ferrosos e a configuração da correia transportadora com a intensidade e o alcance necessários do campo magnético.

Por isso, os dados da operação precisam ser avaliados antes da definição da solução.

Critério Por que é relevante Informação a levantar
Intensidade e alcance do campo magnético Influenciam a capacidade de atrair materiais ferromagnéticos na condição real de operação Características do material e distância entre o separador e o fluxo
Altura da camada Uma camada mais espessa pode dificultar o acesso do campo magnético aos contaminantes Espessura habitual e variações do material sobre a correia
Tamanho dos contaminantes O perfil dos fragmentos interfere na retenção e na remoção manual Dimensões, formato e ocorrência esperada dos metais ferrosos
Velocidade da correia Altera o tempo de exposição do material ao campo magnético Velocidade de operação e possíveis variações do processo
Características do produto Granulometria, umidade, densidade e comportamento do fluxo podem afetar a separação magnética Propriedades do material movimentado e condições de transporte
Ponto de instalação Define a integração mecânica, a acessibilidade e a proteção dos equipamentos posteriores Ponto de transferência, estrutura disponível e espaço para inspeção

Essa avaliação também deve considerar a capacidade do processo e as interferências existentes na planta.

Informações incompletas podem levar a uma solução inadequada ao fluxo, à camada de material ou à rotina de operação.

Os valores e parâmetros finais precisam ser confirmados com o fabricante e, quando necessário, validados por uma análise de engenharia aplicada à instalação.

Considere uma linha em que uma correia transporta material com variação de granulometria e possibilidade de presença de fragmentos ferrosos.

Se a camada for irregular, a velocidade variar e o ponto de descarga tiver acesso limitado, não basta selecionar um equipamento pelo porte da correia.

A avaliação deverá relacionar o alcance do campo magnético, a posição do separador, a estrutura de suporte e a possibilidade de o operador realizar a limpeza manual com segurança.

Em outro cenário, uma operação com fluxo mais uniforme pode oferecer condições diferentes de integração, mas ainda exigirá a análise do tamanho dos contaminantes, da velocidade da correia e das características do produto.

Esses exemplos não substituem o dimensionamento do fabricante. Servem para mostrar por que a personalização depende do conjunto de variáveis do processo.

No caso do Separador Eletromagnético de Limpeza Manual da ITAL, a solução pode ser personalizada de acordo com a intensidade e o alcance do campo magnético, a altura da camada, o tamanho dos contaminantes, a velocidade da correia e as especificidades do material movimentado.

Para preparar uma avaliação, reúna os dados da linha, imagens ou esquemas do ponto de instalação, características do fluxo e informações sobre a rotina de limpeza.

Consulte a área de consultoria técnica da ITAL para confirmar a adequação do equipamento à aplicação.

Quais dados devem ser enviados para avaliar o separador?

É recomendável informar as características do material, a altura da camada, a velocidade da correia, o tamanho provável dos contaminantes, a capacidade do processo e as condições do ponto de instalação.

A ITAL deve confirmar quais dados adicionais são necessários para a análise do modelo.

A capacidade da correia define sozinha o dimensionamento?

Não. A capacidade é apenas uma das variáveis.

O alcance do campo magnético, o perfil dos contaminantes, a camada de material, a velocidade e a acessibilidade para limpeza também influenciam a seleção.

É possível personalizar o Separador Eletromagnético de Limpeza Manual?

O produto é descrito como personalizável para diferentes aplicações.

A configuração adequada deve ser definida a partir dos dados do processo e confirmada tecnicamente com a ITAL.

Como saber se o ponto escolhido favorece a separação magnética?

O ponto deve permitir a interação adequada entre o campo magnético e o fluxo, além de oferecer estabilidade estrutural, acesso controlado para limpeza manual e proteção dos equipamentos envolvidos.

A validação deve considerar as condições específicas da planta.

O dimensionamento elimina a necessidade de manutenção?

Não. O dimensionamento adequado apoia o desempenho esperado, mas a operação continua dependente de limpeza manual, inspeções e manutenção conforme a documentação do equipamento e os procedimentos da planta.

A limpeza manual periódica é parte essencial da operação do Separador Eletromagnético de Limpeza Manual.

Ao reter materiais ferrosos no fluxo industrial, o equipamento ajuda a reduzir a possibilidade de que esses contaminantes avancem para etapas posteriores ou atinjam componentes sensíveis.

A remoção deve ser realizada por operador autorizado, conforme o manual do equipamento, os procedimentos da planta e as condições de segurança aplicáveis.

  • Preparar a intervenção: verificar as condições da área, controlar o acesso e seguir os procedimentos internos relacionados à parada, ao isolamento de energias e às partes móveis do sistema.
  • Confirmar a condição do equipamento: antes da limpeza, observar se o separador está em condição segura para a intervenção e se não há riscos associados ao fluxo de material ou à correia transportadora.
  • Remover o material retido: retirar os metais ferrosos acumulados conforme o procedimento indicado para o modelo instalado, evitando intervenções improvisadas ou o contato com componentes que possam oferecer risco.
  • Inspecionar visualmente: observar o estado aparente do separador, da estrutura de suporte e das áreas próximas, procurando sinais de acúmulo anormal, deslocamento, danos ou interferências.
  • Registrar a ocorrência: anotar a presença, o volume relativo e o tipo aparente de material retido, além de qualquer anomalia observada durante a operação.
  • Encaminhar desvios: quando houver comportamento incomum, dano aparente ou necessidade de intervenção especializada, interromper a atuação não prevista e consultar a documentação técnica ou o fornecedor.

Quais condições devem ser verificadas?

A verificação deve considerar as condições operacionais e de segurança da instalação.

  • A área de acesso permanece livre e segura para o operador?
  • A remoção do material retido está ocorrendo sem improvisos?
  • Foram observados acúmulos incomuns de materiais ferrosos?
  • Existem sinais aparentes de deslocamento, dano ou interferência na estrutura?
  • A correia transportadora e o fluxo de material estão operando conforme o procedimento da planta?
  • As ocorrências foram registradas para comparação com inspeções futuras?
  • Há algum desvio que exija avaliação de manutenção especializada?

A limpeza operacional não deve ser confundida com manutenção preventiva.

A primeira está relacionada à retirada do material ferromagnético retido durante o funcionamento previsto.

Já a manutenção preventiva envolve a avaliação planejada das condições do equipamento e do sistema, seguindo as orientações do manual, a análise da planta e a recomendação do fornecedor.

A frequência dessas atividades depende das características do processo, da quantidade de contaminantes e das condições reais de operação; por isso, não deve ser definida apenas por uma regra genérica.

Registros de limpeza e inspeção ajudam a identificar alterações no processo, recorrência de contaminantes e sinais que mereçam avaliação técnica.

Quando a instalação exigir suporte especializado, a ITAL informa que também atua com serviços de instalação e manutenção em todo o território nacional.

Com que frequência a limpeza manual deve ser realizada?

A frequência deve ser definida a partir das condições do processo, do volume de material retido e das orientações do manual e do fornecedor.

Não é recomendável estabelecer um intervalo fixo sem avaliar a operação.

A limpeza manual substitui a manutenção preventiva?

Não. A limpeza remove o material retido; a manutenção preventiva avalia as condições do equipamento e da instalação, podendo exigir procedimentos técnicos específicos.

Quem deve realizar a limpeza?

A atividade deve ser executada por operador autorizado e treinado segundo os procedimentos da planta, a documentação técnica e os controles de segurança aplicáveis.

O que fazer ao identificar uma anomalia?

A operação deve ser conduzida conforme os procedimentos internos de segurança, e o desvio deve ser registrado e encaminhado para avaliação técnica quando necessário.

A ITAL oferece suporte de manutenção?

Considerando as características da aplicação, a ITAL atua como fornecedora e prestadora de serviços de instalação e manutenção.

A disponibilidade e o escopo do atendimento devem ser confirmados diretamente com a empresa.

Como escolher o separador?

A seleção deve partir das condições do processo, e não apenas do tipo de material.

É necessário reunir informações sobre a altura da camada, a velocidade da correia, a vazão, o tamanho e a natureza dos contaminantes ferrosos, o produto transportado, o ponto de instalação e a frequência esperada de limpeza.

Esses dados permitem avaliar a intensidade e o alcance do campo magnético e orientar uma solução compatível.

A confirmação técnica deve ser feita com o fabricante.

Onde ele pode ser instalado?

O equipamento pode ser considerado em fluxos que utilizem correias transportadoras ou outros sistemas de movimentação industrial, desde que haja espaço, suporte adequado, estabilidade estrutural e acesso seguro para a remoção manual do material retido.

O posicionamento deve levar em conta o fluxo do produto, a camada transportada, a proteção dos componentes posteriores e as condições de operação da planta.

Como ocorre a limpeza?

A limpeza é realizada manualmente e de forma periódica por operador autorizado, conforme a rotina definida para o processo e as instruções aplicáveis ao equipamento.

Antes de qualquer intervenção, devem ser observados os procedimentos de segurança da planta, o controle de energia e a documentação técnica.

A frequência não deve ser presumida, pois depende da quantidade de material ferroso retida e das características da operação.

Quais dados devem ser enviados para avaliação?

É recomendável informar o tipo de material movimentado, a granulometria ou dimensão predominante, a altura da camada, a velocidade da correia, a vazão ou capacidade do processo, o tamanho estimado dos contaminantes, o ponto disponível para montagem e as restrições de acesso e manutenção.

Fotografias, desenhos ou informações do sistema podem complementar a análise, desde que sejam disponibilizados conforme a necessidade da avaliação técnica.

A ITAL oferece instalação e manutenção?

Considerando as características da aplicação, a ITAL atua como fabricante, distribuidora e fornecedora de soluções magnéticas, além de prestar serviços de instalação e manutenção em território nacional.

A disponibilidade e o escopo do atendimento devem ser confirmados diretamente com a empresa para cada aplicação e configuração do equipamento.

Para solicitar uma avaliação técnica à ITAL, reúna os dados do processo e descreva o objetivo da separação magnética, os materiais movimentados, as condições da correia e a rotina prevista de limpeza.

A ITAL, reúne mais de 60 anos de experiência em soluções magnéticas e atua com foco em inovação, qualidade, segurança e domínio tecnológico.

Essa experiência permite analisar a necessidade de cada aplicação sem substituir a validação de engenharia e os procedimentos internos da planta.

Para saber mais sobre Instalação de separador eletromagnético

clique aqui e entre em contato por e-mail.

Os campos com * são obrigatórios

Deseja uma solução personalizada?

Contate um de nossos especialistas e tenha a solução em suas mãos!

Fale com um Espcialista

Principais regiões de atendimento:

  • Acre
  • Alagoas
  • Amapá
  • Amazonas
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Minas Gerais
  • Pará
  • Paraíba
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • Rondônia
  • Roraima
  • Santa Catarina
  • São Paulo
  • Sergipe
  • Tocantins